saudade
-> substantivo feminino
Um sentimento mais ou menos melancólico de incompletude, ligado pela memória a situações de privação da presença de alguém ou de algo, de afastamento de um lugar ou de uma coisa, ou à ausência de certas experiências e determinados prazeres já vividos e considerados pela pessoa em causa como um bem desejável (freq. us. tb. no pl.)
Domingo, Novembro 01, 2009
Terça-feira, Junho 23, 2009
FÉRIAS!!!
Mais um semestre que acaba!
Acredito que o 5º semestre foi o melhor de todos! Todas as matérias eram supimpas!
Principalmente gravura em metal e linguagem tridimensional... Muito embora video e performance tb são geniais!
Não sei pq as pessoas costumam reclamar tanto...
Não percebi muita diferença, nem tive dificuldades... Passei em tudo sem exame como de costume... E minhas notas continuaram no mesmo nível...
Aos críticos anônimos:
BEIJOS, ME XINGUEM!!!
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Michelle Massatelli
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Sexta-feira, Janeiro 30, 2009
Bom, como andei recebendo alguns comentários hostis, achei melhor apagar as resenhas que andei publicando, uma vez que me ordenaram calar a boca. Um estranho entra no meu blog, não se apresenta e ainda me manda calar a boca!!! É muita falta do que fazer... provavelmente inveja, ou até agressão gratuita.
Por isso faço minhas as palavras de meu adorável mestre Arthur Schopenhauer:
Aos Críticos Anônimos!
O crítico anônimo é um sujeito que não quer responder por aquilo que relata e cala respectivamente sobre os outros e os trabalhos destes a respeito do mundo; portanto, é alguém que não se apresenta.
Deve ser visto desde o princípio como um trapaceiro que tem como objetivo nos enganar. Os críticos que instintivamente têm consciência desse fato assinam seu nome em todas as revistas de literatura honestas.
Nos ataques, o senhor Anônimo é, sem dúvida, o senhor PATIFE.
(...) O anonimato serve apenas para eximir de qualquer responsabilidade aquele que não é capaz de responder pelo que diz (...) Pouco importa se elogiaram o ruim ou censuraram o belo: "Identifique-se velhaco!" Pois recorrer a disfarces para atacar pessoas que andam com o rosto descoberto não é ação digna de um homem honesto: isto é para meninos e patifes. Portanto: Velhaco Identifique-se! (...) Por acaso seria tolerável um homem mascarado discursar efadonhamente para o povo ou discursar diante de uma assembléia? E como seria então se, além de discursar, começasse a atacar outras pessoas e as cobrisse de vitupérios? Não seria imediatamente posto para correr por pontapés alheios?
Quem escreve e polemiza anonimamente tem eo ipso contra si a pressuposição de que engana o público ou de que quer testar a honra alheia sem correr riscos. Por isso, toda vez que alguém se refere a um crítico anômino, ainda que de modo corriqueiro e sem repreensão, deveria usar somente epítetos como "o velhaco covarde fulando de tal" ou o "patife anônimo e disfarçado". Este é, de fato o tom decente e adequado para falar com tais sujeitos, para que eles percam o gosto pelo ofício.
Portanto, vossa astúcia covarde, incompetência velada, ludíbrio mesquinho, deplorável insignificancia: Apresente-se!
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Michelle Massatelli
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Sábado, Dezembro 06, 2008
Finito la música!
Entreguei hoje o trabalho que me deu mais trabalho: Preencher as atividades complementares...
Viciei em gravura em metal, consegui gravar mais 3 plaquinhas...
Estou com 5 já, uma série de 3 rendas em verniz mole, 1 agua tinta e 1 ponta seca...Ontem comecei a lixar uma plaquinha de latão!
Amanhã pego o meu Página Violada que chegou na Cultura e começo a ler... Quero ver se consigo bolar um livro de artista nas férias.
Esse final de semestre foi bastante puxado, por causa da monitoria+trabalhos da facu + gatinhos.
Mas tudo deu certo no final!
Tive um bom aproveitamento em todas as matérias, aprendi muito na monitoria e meus gatinhos estão a coisa mais linda do mundo!
DE TUDO FICARAM TRÊS COISAS:-- Fernando Sabino
A certeza de que estamos sempre a começar...
A certeza de que é preciso continuar...
A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar....
PORTANTO DEVEMOS:
Fazer da interrupção um caminho novo...
Da queda, um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte....
Da procura um encontro.
Faço de tudo para evitar a fadiga! Minha cabeça quando vazia serve de oficina para o diabo...
Enfim, a falta de resenhas e milhões de atividades me deixaram um pouco vagal e muito noiada essa semana...
Terminei de baixar as novas temporadas de Heroes e Prision Break, viciei em Boom blox do wii, joguei tanto ontem de madrugada que as pilhas até acabaram!!!!
No meio da minha nóia misturada com insônia eu comecei a ler alguns posts antigos aqui deste blog e visitar os blogs das pessoas que eu costumava visitar quando criei este blog... Depois comecei a olhar meu fotolog e algo bizarro aconteceu comigo...
Tive a impressão de estar vendo a vida de outra pessoa, lendo sobre coisas que aconteceram com outra pessoa, não comigo... Como pode em apenas 4 anos minha vida mudar tanto... Como eu posso ter mudado tanto?
Foi então que me passou uma aula de teoria da arte do professor Natal pela cabeça, um comentário que ele fez sobre o Hegel que dizia: Que a história avança enquanto tentamos resolver nossos conflitos. A história é um palco de conflitos e contradições.
Resolvi entrar em um site que costumava...
http://www.4guysfromviewpoint.com/?p=76
Acabei encontrando isto:
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Michelle Massatelli
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Sexta-feira, Dezembro 05, 2008
Depois de um longo semestre!
Férias!
Passei em tudo, um alívio...
Agora estou terminando de preencher as horas de atividade complementar e organizando umas anotações das aulas do Natal e do Paulo para postar no blog da classe, que agora é público (fica a dica)... http://www.artista.vai.la
Esse semestre fiquei bastante satisfeita com a minha produção, xilogravura foi muito proveitoso assim como a introdução á linguagem pictórica... Acho até que agora foi o semestre que mais curti... Muito embora, o próximo promete: Audiovisual, tridimensional, gravura em metal e performance são as matérias que eu mais tenho interesse e vou ter todas juntas, espero conseguir executar bons trabalhos em todas... O mais difícil vai ser daqui a exatamente 1 ano pensar em qual destas matérias escolher para executar o meu tcc!
Vou postar aqui o poema que postei no art.mob... Momento nostagia!
Guardar -
Antonio Cícero
Guardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la.
Em cofre não se guarda coisa alguma
Em cofre perde-se a coisa à vista
Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la,
isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado
Guardar uma coisa é vigiá-la,
isto é, fazer vigília por ela,
isto é, velar por ela,
isto é, estar acordando por ela,
isto é, estar por ela ou ser por ela.
Por isso melhor se guarda o vôo de um pássaro
Do que pássaros sem vôos.
Por isso se escreve, por isso se diz,
por isso se publica,
por isso se declara e declama um poema:
Para guardá-lo:
Para que ele, por sua vez, guarde o que guarda:
Guarde o que quer que guarda um poema:
Por isso o lance do poema:
Por guardar-se o que quer guardar.
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Domingo, Novembro 23, 2008
Desânimo!!!!!
Sorte do dia:"The foundation of every state is the education of its youth."
Escatologicamente falando: juntando a merda com a bosta temos uma bela de uma cagada...
Fica a dica!
Poética - Manuel Bandeira
Estou farto do lirismo comedido
Do lirismo bem comportado
Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente
protocolo e manifestações de apreço ao Sr. diretor.
Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário
o cunho vernáculo de um vocábulo.
Abaixo os puristas
Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais
Todas as construções sobretudo as sintaxes de exceção
Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis
Estou farto do lirismo namorador
Político
Raquítico
Sifilítico
De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo
De resto não é lirismo
Será contabilidade tabela de co-senos secretário do amante
exemplar com cem modelos de cartas e as diferentes
maneiras de agradar às mulheres, etc
Quero antes o lirismo dos loucos
O lirismo dos bêbedos
O lirismo difícil e pungente dos bêbedos
O lirismo dos clowns de Shakespeare
— Não quero mais saber do lirismo que não é libertação.
Il faut être toujours ivre. Tout est là: c'est l'unique question. Pour ne pas sentir l'horrible fardeau du Temps qui brise vos épaules et vous penche vers la terre, il faut vous enivrer sans trêve.-- Baudelaire
Mais de quoi? De vin, de poésie ou de vertu, à votre guise. Mais enivrez-vous.
[...]
É necessário estar sempre embriagado. Tudo está aqui: é a única questão. Para não sentir o horrível fardo do Tempo que bate em seus ombros e te pende em direção à terra, é necessário que você se embriague sem pavor.
Mas de quê? De vinho, de poesia ou de virtude, escolha é sua. Mas embriague-se.[...]-- Baudelaire - Tradução: moi
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Quinta-feira, Outubro 02, 2008
Apocalipopotese!
Enfim, não ganhei a bolsa de iniciação científica com o meu projeto... Escrevi o texto com tanto vigor, aquela bolsa seria fundamental para sobrar uns trocados no final do mês e eu finalmente poder comprar o Wii Fit e o Guitar Hero e ficar mais cre-imersa no tema!
Mas eu não desisti de propor-fazer a minha cosmococa hi-tech, minha pindaíbateria colornation e meu parangolé atômico... E se sobrar tempo até a luvinha de realidade virtual vai entrar na fita... O esquema é propor-propor!
Fica a dica!
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Michelle Massatelli
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[Support my head!]
Não satisfeita com as mil empreitadas que estou envolvida decidi inscrever um projeto para inciação científica. Agora em semana de provas não consigo me concentrar de ansiedade em saber se meu projeto foi aceito ou não... Enquanto não obtenho essa resposta posto o aqui... O que é tô bolando pra trabalho é uma espécie de cosmococa só que ao invés de me apoderar de imagens cinematográficas quero me apropriar de imagens de games.
Videogames – Inter[ação] Imersiva
Este trabalho tem como objetivo propor um estudo sobre a capacidade de imersão proporcionada pelos videogames, ou jogos eletrônicos, e, a apartir daí, desenvolver um trabalho artístico que incorpore elementos da linguagem utilizada nos games.
Videogames vêm causando uma revolução no entretenimento e já movimentam mais dinheiro que a bilheteria de Hollywood. Em 2007, a renda desta indústria foi de cerca de US$18,85 bilhões. É notável a quantidade de crianças e jovens que dedicam boa parte de seu tempo aos games, o que pode ser em grande parte justificado pela caracterìstica de imersão inerente a esta forma particular de linguagem.
Para desenvolver esta pesquisa, pretendo me apoiar na observação dos fenômenos defendida por Peirce, sob o conceito de estranhamento proposto por Victor Chklóvski em seu ensaio “Arte como Procedimento” e sob o ponto de vista da felicidade Benjaminiana. Victor Chklóvski, em seu ensaio Arte como Procedimento, defende que a arte é tida como renovadora do objeto como visão, e não como reconhecimento, o que rompe com a banalidade e quebra o automatismo cotidiano.
Atualmente existem games capazes de reproduzir imagens com tamanha profundidade interativa que contribuem para que o interator não se dê conta de que está diante de um simulacro. Os games podem utilizar uma linguagem própria, carregada de simbolismos de objetos nunca vistos antes, ou então de imagens que, fora de seu contexto usual, estabelecem uma desautomatização do olhar. O espectador é surpreendido pela novidade mostrada, distanciando-se em relação ao modo comum como se apreende o mundo, fazendo com que ele se insira em um plano estético e artístico. Os games se utilizam de diversos os recursos para obscurecer a forma da narrativa, prolongando a duração da percepção do observador, seja por elementos formais, por situações inusitadas, pela trilha sonora abrangente de músicas de todo o tipo, ou pela criação de uma percepção particular dos objetos, personagens e mitos apropriados da cultura popular, ao atribuir um novo contexto a eles.
É usual o jogador começar sua interação com um nível básico até se tornar preparado para concluir uma série de desafios, onde o jogador pode vir a sofrer virtualmente algum dando e ser obrigado a retroceder a algum ponto de partida, às vezes previamente estabelecido, até que se torne melhor preparado para concluir o jogo, superando sucessivamente cada problema. Todo o processo mental envolvido por detrás desta tomada de decisões contínua durante os jogos já demonstrou inclusive ser nenéfica para o desenvolvendo da capacidade cognitiva, por exercitar as estruturas cerebrais responsáveis pelas escolhas e iniciativas.
A interpretação destes diferentes níveis como desafios a serem vencidos é algo determinado pelos signos fornecidos pelo game, descontextualizados do senso comum do espectador, que busca estabelecer sentido à comunicação entre imagem e referencial. Em geral, os diversos simbolismos empregados pelos games, que cada espectador irá decodificar à sua maneira, são justificáveis pelas construções mais básicas da Teoria dos Signos de Peirce, mais especificamente pelas relações de signos. A Semiose, segundo Peirce, envolve uma ação com a cooperação de três sujeitos: um símbolo, seu objeto e seu interpretante. Os objetos do game são representados pelos signos escolhidos por seu designer, como retratos dos próprios interpretantes empregados durante sua elaboração. O fato do interpretante de Peirce ser também um signo faz com que esta cadeia de representação implícita pelas relações triádicas torne-se potencialmente infinita. Estabelecendo um paralelo com o ponto de vista do jogador, este, em sua concepção, busca tomar atalhos para evitar algo que de outro ponto de vista seria também uma sucessão potencialmente infinita de eventos.
Peirce caracteriza a estética como a ciência normativa que estuda os ideais de bem e de mal que guiam nossos sentimentos. Denomina o bem como "o admirável". A estética é proveniente do desejo do indivíduo que enxerga, admira a realidade, objeto de curiosidade. A imagem reproduz a realidade contrastante sentida pelo personagem que o jogador está controlando, modificando também seu modelo da realidade virtual em que se encontra imerso.
O desejo de conhecimento, segundo Peirce, é motivado pelo contraste: as pessoas
investigam baseadas na curiosidade, a realidade admirável. Quando não há diferenças, a curiosidade não é despertada no observador. Os videogames utilizam sua linguagem para construção de um mundo mítico da cultura contemporânea, que funde diversos elementos contrastantes em uma realidade paralela e atemporal, que ao desestabilizar nossas crenças, nos motiva a contemplá-la para decodificar estes novos signos imagéticos, remontados durante a narrativa. Essa singularidade do objeto mostrado nos força a recodificá-lo, a rever nossos conceitos, ora acentuando a novidade do signo proposto, nos voltando para pura admiração, ora nos posicionando perante ele, renovando o processo de generalização. Segundo Peirce, a definição de um signo não é propriedade do ser humano, não é o pensamento que decorre da pessoa, mas a pessoa que está imersa nele, seguindo seu destino. Este fato é sustentado pelo discurso de Peirce, que diz que não existir nenhum ponto inicial de onde todo conhecimento se desenrola e só começamos a questionar a realidade depois de ter diversas crenças formadas sobre ela.
Embasados nas idéias de Walter Benjamin, podemos traçar um paralelo entre os jogos de videogames e a felicidade a ser alcançada. A partir dessa busca incansável do jogador para romper com suas limitações e passar de um nível elementar para um avançado, vencer o “chefe” da fase, percebemos a relação com o pensamento de Benjamin que alega que a felicidade só é possível a partir do momento em que conseguirmos interpretar o mundo à luz de nossas necessidades.
Após vencer todos os obstáculos e terminar o jogo, o interator imerso nesta realidade sente uma satisfação intensa, o que remete mais uma vez ao pensamento de Benjamin que afirma que: "a imagem da felicidade está indissoluvelmente ligada à imagem da salvação".
Sob o ponto de vista da alegoria da caverna de Platão, onde os habitantes da caverna enxergavam o mundo a partir de uma sombra projetada na parede, o cinema mostra-se um meio imersivo equivalente, uma vez que em ambos o observador aprecia imagens projetadas como se fosse parte dela. Já no caso do videogame, o jogador não é apenas mais um observador dentro da caverna, pois, por ser uma das mídias mais interativas que existem, o videogame força o jogador a tomar decisões continuamente, tomando um papel ativo na simulação, ou seja, controlando o simulacro em vigor na caverna, o que contribui para que encontre-se até mais imerso em uma narrativa do que um espectador passivo.
Com base nesta pesquisa sobre os meios semióticos empregados pelos games para que passem uma experiência de vivência real ao jogador, almejo desenvolver um trabalho artístico com a linguagem dos games, onde o interator fique imerso em um ambiente virtual para controlar suas ações e definir estratégias para alcançar seus objetivos.
Bibliografia
METZ, Christian. A Significação no Cinema. São Paulo, SP: Perspectiva, 2004.
SILVEIRA, Lauro Frederico Barbosa da. Observe o Fenômeno: Forma e Realidade na Semiótica de Pierce. São Paulo: Cognitio, vol. 5, n. 2.
DEHEINZELIN. Monique. Construtivismo, a poética das transformações. São Paulo: Àtica, 1997.
CHKLÓVSKY, V. (1976). A arte como procedimento. In: TOLEDO, D.O. (org.). (1976).
Teoria da Literarura: Formalistas russos. Porto Alegre: Globo.
FATORELLI, Antonio e BRUNO, Fernanda (organizadores). Limiares da Imagem, tecnologia e estética na cultura contemporânea. Rio de Janeiro: Mauad X, 2006, v. , p. 77-90.
Fica a dica!
bjsmeliguem...
Ps, não no celular pq ele não existe mais!
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Domingo, Setembro 28, 2008
Nossa!
Estou envolvida em várias coisas sem tempo pra postar meus trabalhos e resenhas...
Ando publicando como colaboradora no: http://artista.vai.la
Fica a dica!!!!
I swear I’ll give it back tomorrow but
for now I think that I’ll just borrow
All the chords from that song
And all the words from
that other song
I heard yesterday
[The Strokes, “Electricityscape”]
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Quinta-feira, Março 06, 2008
[A Belas Artes não me deixa ser Artista]
Nossa! Tudo bem, eu até me considero uma pessoa criativa, esforçada e acima da média... Muito embora, são tantas resenhas, tantos textos, seminários, trabalhos, projetos e derivados pra entregar que não consigo me empenhar no principal: Ser Artista...
Todo dia quando saio da facu, vejo meus amigos no boteco, empenhados em uma intrigante discussão sobre o homem pós-moderno ou o mal-estar da contemporaneidade... Morro de vontade de participar do debate mas me lembro que preciso estudar pra alguma prova ou entregar alguma resenha no dia seguinte.
Sempre que estou assistindo um filme, na parte culminante me recordo de um trabalho que está por terminar... tenho uma pilha de livros de assuntos interessantíssimos para ler. Entretanto tem uma pilha de textos da facu com prioridade.
Eu chego em casa todo dia e tenho tanta coisa pra fazer que mal sobra tempo ou disposição pra obrar ou aprimorar técnicas artísticas... Confesso que a situação está crítica! Nem em jornalismo tinha que estudar e me empenhar tanto...
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Michelle Massatelli
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Sábado, Fevereiro 23, 2008
Volta às aulas!!!
O ínicio das aulas foi bem bizarro!!!
Amigos continuam na minha sala, algumas pessoas que curtia saíram e pessoas que não curto tanto assim estão lá firmes e fortes, entrou gente nova também... Faz uma cara que não posto por aqui, não tenho ido à galerias, museus ou exposições. Tão pouco tenho produzido arte...
Não tenho lido muito, nessas férias só li 4 livros, bom na verdade 3,5 porque 1 era café com leite da coleção primeiros passos.
Fiz excelentes aquisições!!! Finalmente comprei o Arte Moderna do Argan e 2 livros do naipe do The Natural way to drawn do Nicolaide... Um é o El Dibujo creativo e o The Creative Drawing Course...
Muito embora, a minha pequena biblioteca artística não foi a única que sofreu um upgrade, fiz um cover up no meu material... Fora a rebel XTi que ganhei do Ri, comprei um estojo bombado de pastel seco, um de pastel oleoso, goivas para xilogravira, 2 kits de estecas para escultura e modelagem, telas para silkscreen e serigrafia...
Agora só falta o principal TALENTO!!! Hahaha... tá foda!!!!!!! Não consigo criar nada, expremo, expremo e só sai tranqueira...
Meus trabalhos do ano passado qdo não picaretiei, e recebi apenas notas medianas... A coisa que eu mais detesto é receber um 7,0! Sabe como que é produzir diversas monotipias e composições e voltar com um 7,0 pra casa? Uma bosta!!!
Sete é a nota mais em cima do muro do universo, não é vermelha, nem é boa, é insossa, é quando um professor é indiferente ao meu trabalho, não gosta nem desgosta, passou despercebido, não causou estranhamento muito menos impressionou... É a nota dos trabalhos invisíveis...
Um trabalho invisível não entra nem em um salão dos rejeitados, muito menos será digno de menções honrosas.
Tá difícil...
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Michelle Massatelli
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